10 motivos para visitar o blog
setembro 19, 2008
Abaixo, eu, Guilherme Oderdenge, darei 10 motivos para visitar o meu blog (What This Fuck?).
- 1º motivo: Quanto mais você lê, você fala mais bonito e você ganha mais conhecimentos.
- 2º motivo: Blog atualizado diáriamente. Isso quer dizer que todo dia tem conteúdo fresquinho pra você!
- 3º motivo: O blog não ofecere conteúdo ilegal ou pornográfico, ou seja, qualquer pessoa de qualquer idade pode nos visitar.
- 4º motivo: Notícias atualizadas sobre o mundo, sem ficção ou mentiras.
- 5º motivo: Blog rápido, sem banner’s ou pop’ups de propaganda. Isso quer dizer que seu computador está seguro, livre de propagandas e ao mesmo tempo não perde memória ou velocidade de internet ao visitar o blog.
- 6º motivo: Único blog brasileiro com Anti SQL-Injection, ou seja, todos os dados contidos do blog (artigos, páginas, alterações de layout e etc.) estão 100% seguros e livre de hacker’s.
- 7º motivo: O conteúdo que distribuimos é 100% grátis, livre de qualquer custo.
- 8º motivo: No blog, através dos comentários, você pode fazer amigos, rir e se divertir.
- 9º motivo: Aqui é um passa-tempo eleterônico.
- 10º motivo: Seu IP está seguro, ninguém, nem mesmo eu, o administrador do blog consigo ver. Caso sinta-se inseguro, utilize algum proxy ou entre em contato comigo para avaliarmos uma maneira de você entrar no blog garantindo 100% da sua segurança.
Tá aí os 10 motivos para você visitar o blog.
Ainda não está convencido? Mande uma mensagem pedindo mais 10 motivos! Confiamos tanto no blog que temos motivos suficientes para você nos visitar.
Para você que é novo aqui, seja bem-vindo!
Blog: Windows Live Writer B.E.T.A.
setembro 19, 2008
É orgulhosamente que venho à vocês dizer que sucessivamente foi instalado no nosso blog o Windows Live Writer B.E.T.A.
Nele se dá a possiblidade de escrever automáticamente postagens. Novo recurso totalmente organizado de digitação no blog. Grátis, rápido e eficaz. Agora os artigos aqui do blog serão totalmente organizados e os membros terão gostinho de nos visitar.
Para você que tem blog ou algo parecido e queira desfrutar deste programa, poderá acessar o site oficial e faer o download.
Site: CLIQUE AQUI.
Façam bom proveito deste programa e espero que gostem da novidade.
Windows Live Messenger 2009
setembro 19, 2008

Windows Live Messenger 2009!
O comunicador instantâneo mais famoso e utilizado mundo acaba de receber mais uma atualização. Chegando com recursos visuais bombásticos, interface das janelas de conversação nova e muitas (muitas mesmo) novidades que, sem dúvida, vão agradar a todos os usuários. O novo Messenger vem no pacote do Windows Live Wave, uma plataforma para download de aplicativos da Microsoft.
Instalador repleto de ferramentas
Por padrão, o instalador que traz o novo Windows Live Messenger 2009 Beta apresenta programas adicionais marcados para o download automático. Caso você não se interesse por uma das aplicações, simplesmente desmarque a caixa referente ao programa. As aplicações disponiveis são:
- Mail Beta: permite acessar várias contas de email em um único programa, além do calendário, grupos de notícias e feeds.
- Toolbar Beta: adiciona uma Barra de Tarefas no Internet Explorer.
- Galeria de Fotos Beta: ferramenta para organização e edição de fotografias.
- Writer Beta: para quem possui blogs, esta é uma ferramenta excelente. O Writer possui uma aparência ótima e agradável, além de incluir fotos, vídeos, mapas, eventos e marcas.
- Proteção para a família Beta: oferece mais segurança para os pais durante a navegação, já que podem deixar seus filhos se divertirem com cuidados na internet. A ferramenta de proteção garante um controle e bloqueio de conteúdos impróprios.
AGORA SIM, O MESSENGER 2009
Sabe este Messenger que você está acostumado a usar? Então… Esqueça todos os conceitos já vistos! A versão 2009 chegou para abalar e mostrar que o comunicador ganha cada vez mais força. Com o visual reformulado, vários recursos foram reformulados
A entrada triunfal
Depois de instalada a versão 2009, você vai se deparar com a mesma interface, na qual digita seu endereço de email, senha e escolhe uma opção de status. Até aí nenhuma novidade, entretanto basta se conectar ao comunicador para as primeiras e melhores impressões.
Interface geral
A Barra de Ferramentas e todos os recursos de Arquivo, Contatos, Ações, Ferramentas etc. desapareceram da parte superior. Agora, se você desejar acessar as Ferramentas, basta clicar no botão “Mostrar Menu” para verificar as funções.

Janelas de conversação com nova estrutura
Uma das mudanças mais radicais da estrutura das novas janelas de conversação refere-se a posição das imagens de avatar, que saíram do lado direito e deslocaram-se para o esquerdo.

Imagens com animação em GIF podem ser incluídas como avatares, deixando as janelas ainda mais divertidas e coloridas.
Cenários e personalização
Com a parte superior do Messenger limpa fica mais fácil e visualmente melhor fazer algumas personalizações na interface do comunicador. Discretamente, a função para modificação de cores localiza-se ocultamente no canto superior direito, logo abaixo dos botões para Fechar, Minimizar e Restaurar. Passe o mouse nesta região para abrir e clique para configurações.

Você vai encontrar várias cores para mudar o tom do MSN, utilizando um cenário padrão —com a modificação de cores. Isso modifica apenas a tonalidade da interface geral do Messenger, não alterando as cores de cada janela. Ou seja, mesmo que você defina uma cor favorita, todas as janelas de conversação ficarão, por padrão, azuis (diferente das versões anteriores, em que ao modificar o esquema de cores, todos os recursos assumiam este tom).
Ainda para personalização apenas da interface geral, você pode optar e selecionar um cenário ou tema para o Messenger. São oito cenários encontrados no novo mensageiro.

Como se fosse uma roupagem, a parte superior do comunicador fica com um aspecto novo. Além dos oito cenários, você pode carregar qualquer imagem salva em seu computador e criar um cabeçalho todo colorido.
Antes e depois
A função “Opções”, já conhecida no Messenger, agora apresenta alguns recursos separadamente, ou seja, várias opções foram desmembradas e categorizadas individualmente, favorecendo a usabilidade.
A antiga opção “Geral”, agora recebeu a definição “Entrar”, referindo-se as opções para execução do Messenger, como entrada automática, uso de imagens de exibição, mostrar o Live Hoje ao entrar entre outros.
A função “Alertas e Sons”, que em todas as versões anteriores do Messenger mostrava-se apenas em uma aba, agora foi desmembrada. Tudo ficou categorizado e distribuído de uma maneira melhor.
Sons personalizados
Se você tiver a necessidade de configurar algum recurso de som, basta selecionar a aba Sons. Uma novidade deste recurso é a possibilidade de seleção de sons personalizados, ou seja, quando seus amigos entrarem no MSN, sons de beijos, alienígenas, guitarras podem ser disparados para lhe alertar.

A inclusão de músicas também existe, e agora você não depende do Plus! para fazer isso. Clique no botão “Adicionar Som”, selecione um arquivo MP3, WMA ou WAV e crie seus toques de alertas personalizados.
Lista de contatos
A opção “Layout” é responsável pela forma com que a Lista de Contatos será apresentada. As barras de guias podem ser ocultadas (apesar de que, até o momento, nenhuma guia no menu lateral esquerdo encontra-se disponível) e a exibição de seus contos pode ser rotulada e organizada.
A rotulação de contatos faz com que você exiba seus amigos por nome e sobrenome ou apenas pelo nome de exibição. A opção Organizar permite a visualização dos contatos que estejam com o status online ou a visualização por categorias distintas.
As imagens de exibição na lista de contato de seus amigos incluir opções para visualização em lista, imagem pequena, média ou grande. Deste modo, você pode determinar qual a melhor forma de visualização de seus contatos na lista.

Outras opções para categorização de amigos foram criadas: Favoritos e Grupos. Os Favoritos, como o próprio nome sugere, possibilita a criação de uma lista com seus contatos Favoritos, enquanto o Grupos garante a criação de grupos de amigos que podem compartilhar dados e se comunicarem.

Atento as novidades de seus amigos
Um dos recursos mais legais na nova versão do Windows Live Messenger 2009 é a lista de Novidades. Localizada no rodapé da janela, todas as alterações que seus amigos realizarem, como mudança de foto e troca de frases nas mensagens pessoais são instantaneamente apresentadas.

Como se fosse um pequeno player, você pode avançar ou retroceder, verificando todas as novidades feitas por seus amigos. Se uma imagem for trocada, você a verá em tamanho miniatura.
Novo método de compartilhamento
Nas versões anteriores, ao encaminhar um arquivo para os amigos, automaticamente ele é transferido. Mas a versão 2009 oferece um sistema um pouco diferente. No momento em que você arrasta e solta o arquivo para a janela de conversação, uma apresentação de slides é criada. Deste modo, você e seu amigo podem visualizar as imagens antes de elas serem transferidas. E o interessante é que o seu amigo pode acrescentar mais imagens, trabalhando em colaboração.

Sem dúvida, este é um dos recursos mais elaborados e cuidados no Messenger 2009. Vale ressaltar que as imagens podem apenas ser visualizadas e não salvas. E para que a galeria seja criada, seu amigo necessita ter o Messenger 2009 Beta instalado.
Recursos escondidinhos
Além da opção de personalização de cores da interface, mais recursos encontram-se um tanto quanto escondidos na nova interface do MSN. As imagens das janelas de conversação podem ser ocultadas rapidamente, já que existe uma linha, aparentemente invisível, logo ao lado da conversa. Basta passar o mouse para visualizá-la.
Ele é Beta!
Em fase Beta, é óbvio que alguns erros acontecem. Por exemplo, o comunicador não permite que você cancele uma entrada, ou seja, se ele demorar demais para se conectar, mesmo clicando no botão “Cancelar”, isso não acontece.
Você consegue enviar emoticons normalmente, entretanto, em alguns casos, você não consegue visualizar aqueles que acabou de mandar. Não são todos os usuários que sofrem com isto, mas não está descartada a possibilidade.
Tirando esses pequenos detalhes, visualmente melhor, o Messenger 2009 vai agradar, e muito, todos os usuários que a cada período aguardam por novidades e atualizações no comunicador instantâneo mais usado em todo o mundo. Vale a pena conferir.
FONTE: BaixaKi
Sete vidas
setembro 19, 2008
Quando a velhice nela se hospedou de vez com face de doença terminal, subjugando-a, anunciando a morte, Joana retornou à casa abandonada. Retirou a placa de vende-se, mandou capinar o outrora vicejante jardim, consertar e pintar a cerca de madeira, reparar as vigas de sustentação da varanda tomadas por cupim ou broca. Ah, quem dera pudéssemos fazer o mesmo com a gente, suspira enquanto vê o técnico trabalhando: tomara tantas injeções quanto, sem resultado. Acabara desistindo, apesar das súplicas de seus médicos e familiares; largara tudo sob protestos de todos. Sozinha de volta a casa mandou trocar lajotas do piso que o alto tráfego irremediavelmente arranhara. Raspar e pintar as bases das paredes perto do chão, tomadas pelo mofo proveniente da umidade do solo muito próximo à lagoa. Abriu para arejar todos os armários. Colchões e travesseiros expostos ao sol. A roupa quarando no varal, cheirando a limpeza. Ligou a geladeira e a abasteceu. As quatro bocas do fogão acesas: tant a! comida, parecia que receberia convidados além dos que já trouxera: a saudade e as boas lembranças.
Mirando-se no espelho do fundo do corredor se viu décadas atrás, jovem, feliz, saudável e rodeada de gente. Áureos tempos tinham aí vivido. Quanto alvoroço. Quanta balbúrdia. No silêncio da noite que avança, entre um grilo e outro quase pode ouvir o passado feito ouvirá daqui a pouco sua oitava Bachiana, posando de maestrina como sempre gostou de fazer, desde menina. Insana evocação, real como uma alucinação, praticamente podia vê-la, tocá-la. A casa tão cheia, constantemente algo faltando: uma almofada do sofá da sala passando por travesseiro, uma colcha servindo de coberta, toalhas de rosto enxugando o banho de uma visita extra, bem-vinda em qualquer ocasião. Quantas noites dormira lá fora enrolada na rede protegendo-se daquele ar frio que só aparecia na madrugada e despedia-se assim que o dia clareava, para dar lugar ao soberano calor. Quantas trilhas de formiga, displicentemente, sonolenta, acompanhara, nas raras silenciosas tardes quentes. Flores que as crianças semearam ! (e vira ambas crescidas). Árvores frutificadas. Quanto acordar com piados de filhotes de passarinho no ninho, no telhado logo acima do seu quarto. Quantas vezes deitada na grama quieta, o livro deixado de lado, só observando o vôo baixo do gavião, o saltitar do bem-te-vi na beirada do muro, os rasantes do nervoso beija-flor.
Se um gênio da lâmpada aparecesse agora talvez se espantasse com o seu pedido: voltar atrás no tempo, igual a um filme que se rebobina, viver tudo de novo, a mesma vida. Até os episódios dramáticos, como o susto daquele dia, Luísa com o pé sangrando, levada às pressas para o hospital para dar ponto. Ganharam novos amigos, o vizinho que acudiu era médico e passou a freqüentar com a família, assiduamente, seus churrascos de domingo. Ou quando Leandro, o caçula, se perdera andando de bicicleta nas imediações e fora trazido são e salvo pelo filho do vigia do condomínio vizinho, daí em diante seu inseparável companheiro de folguedos. Mesmo o assalto à mão armada que num fim de tarde de domingo sofrera, o único na antes e depois calma região, praticado por gente de fora que ali viera para um amistoso jogo de futebol. Levaram o carro com as malas dentro e lhe deixaram só o peso das horas de tensão pelo episódio vivido e a compaixão por gente capaz de tal barbaridade. Escapou ilesa, n! enhum arranhão a não ser na alma: por muitos meses tivera pesadelos de repetição com os bandidos, tentando elaborar o trauma. Daí em diante começou a espaçar as idas, só viria acompanhada.
Seria sua última viagem. Sem volta. Sua última morada antes da derradeira. Refletiria – se o tempo, generoso, permitisse – sobre sua vida plena, suas atuais mazelas, seu envelhecimento. Fizera pela casa o que não mais podia fazer por si mesma. Consertada, reformada, bem cuidada assim, outras sete vidas viveria. Seus alicerces eram bons, sólidos, sobrevivera às intempéries, à violência. Joana não, encaminhava-se para a demolição interna espontânea, apesar de que foram dias (e noites) suntuosos de linguagem. A divina, musical, e a dos homens: falando pelos cotovelos, pelos quatro cantos, da calçada ao quintal dos fundos, do nascer ao por do sol. A casa escutando, acolhendo. Herdeira de sons, de energia, e finalmente de seu corpo, servindo-lhe de pré-epitáfio.
Encontraram-na caída, serena, um leve sorriso esboçado. Ao seu lado, olhar triste e zeloso de quem entendia e sentia mais do que ninguém, seu velho gato, incrivelmente rouco de tanto miar.
Autora: Ana Guimarães
Deriva genética
setembro 19, 2008
A galinha, a filosofia e a evolução
Colunista resgata a origem do dilema de quem surgiu primeiro e o relê sob um prisma darwiniano
Uma das palavras mais preciosas para quem milita no mercado das idéias e no campo aberto do conhecimento é “academia”. As academias são entidades de elite que reúnem os maiores expoentes de um campo de atividade intelectual científica ou artística, eleitos pelos seus pares. Também falamos em “comunidade acadêmica” para nos referir às universidades e ao conjunto de professores e pesquisadores que se dedicam à produção e propagação do saber. Assim, vale a pena discutir as origens da palavra, que remontam à Grécia antiga.
A Academia (Akademeia) era um arvoredo localizado na estrada que saía do portão ocidental de Atenas, às margens do rio Cefiso. Em priscas e mitológicas eras, essas terras haviam pertencido a um cidadão chamado Academos – daí o nome do local. Academos ajudou os gêmeos Castor e Pólux, filhos de Zeus com Leda, a libertar a belíssima Helena (a mesma que mais tarde seria o pivô da guerra de Tróia), que tinha sido raptada por Teseu e levada para Ática.
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Em recompensa por sua ajuda, Zeus deu a Academos o direito de falar o que bem quisesse dentro de sua propriedade sem ser castigado, mesmo que isso pudesse ofender os próprios deuses. Inspirados por essa encantadora lenda – a primeira alegoria da liberdade de expressão na história ocidental –, os cidadãos da Atenas de Péricles costumavam reunir-se na Akademeia para debater livremente assuntos importantes da época.
Lá, Platão (427-347 a.C.) fundou a sua escola de filosofia, que adotou o nome do parque. A instituição, que continuou a funcionar no mesmo lugar por 900 anos após a morte de Platão, tornou-se o berço do racionalismo, do pensamento científico e de alguns dos nossos mais preciosos conceitos sobre justiça e liberdade.
Pois bem: um belo dia, Platão, reunido com seus alunos na Academia, resolveu definir o ser humano como “um bípede implume”. Imediatamente, o cínico Diógenes (~412-323 a.C.), que tinha um penchant para o dramático, pegou uma galinha, removeu suas penas e a apresentou à turma, dizendo com ironia: “eis o homem de Platão”.
A partir desse momento os galináceos se integraram irreversivelmente à filosofia ocidental, tornando-se um importante protagonista do seu desenvolvimento.
Aristóteles, a galinha e o ovo
O filósofo Aristóteles (384-322 a.C.), discípulo de Platão, foi o primeiro a registrar sua perplexidade ante à dúvida do que veio primeiro, a galinha ou o ovo. Ele escreveu em sua Historia Animalum: “Se existiu um primeiro homem, ele deve ter nascido sem pai nem mãe – o que é repugnante para a natureza. Pois não pode ter havido um primeiro ovo para dar origem aos pássaros, nem pode ter havido um primeiro pássaro que deu origem aos ovos, pois um pássaro vem de um ovo”.
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A partir daí a imagem da galinha e do ovo tornou-se a referência padrão em filosofia e mesmo no linguajar do dia-a-dia para se referir à futilidade de se tentar resolver dilemas de causas e conseqüências circulares. Esses dilemas envolvem auto-referência e se relacionam com o conceito de “alça estranha” (strange loop).
Uma alça estranha emerge quando, ao nos movermos para baixo ou para cima em um sistema hierárquico, nos encontramos de volta ao lugar no qual começamos (ver figura). Esse conceito foi proposto e magistralmente discutido pelo informata americano Douglas Hofstadter (1945 -) no seu maravilhoso livro Gödel, Escher, Bach (que ganhou o Prêmio Pulitzer em 1980) e, mais recentemente, no livro de 2007 Eu sou uma alça estranha (no original, I am a strange loop).
Um exemplo de uma alça estranha é a rede informacional criada pelo DNA e pelas enzimas. O DNA contém o código para a síntese das enzimas, que, por sua vez, são indispensáveis para a replicação e transcrição do DNA.
Deixando intelectualismos de lado, devemos nos lembrar que o problema da galinha e do ovo foi colocado por Aristóteles em uma perspectiva fundamentalmente evolucionária, da origem de uma espécie. Para nós, que vivemos em uma época pós-darwiniana, não há dilema algum.
Antes de se tornar uma galinha (Gallus gallus), o animal tem necessariamente de ter sido um embrião de galinha, com genoma de galinha, que forçosamente deve ter se desenvolvido em um ovo que, contendo um embrião de galinha era, ipso facto, um ovo de galinha. Q.E.D.
Obviamente existe nesse raciocínio a premissa fundamental de que o ovo deve ser definido pelo embrião mutante contido nele e não pelo animal que o pôs, que neste caso teria de ser um antecessor evolucionário de Gallus gallus.
Galinhas e estradas
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O dilema do ovo nos remete a uma brincadeira intelectual que também envolve a mesma ave. Por que a galinha atravessou a estrada? Este é um jogo que desafia a imaginação de quem é perguntado e tem de elaborar uma resposta original. A Wikipédia traça as suas origens a um artigo que apareceu em 1847 no The Knickerbocker, revista mensal de Nova Iorque.
De qualquer maneira, circulam pela internet algumas contribuições muito inteligentes a essa brincadeira feitas ao longo do tempo. Vejamos algumas que considero excepcionais (para facilitar ao leitor a tarefa de captar o sentido completo das piadas, os nomes estão em hipertexto com links para as respectivas biografias na Wikipédia):
Aristóteles: Para concretizar seu potencial.
Epicuro: Por diversão.
Pirro, o cético: Que galinha? Que estrada?
Zenão de Eléia: Para provar que nunca conseguiria chegar ao outro lado.
Blaise Pascal: Quem sabe? O coração da galinha tem razões que a própria razão desconhece.
David Hume: Por costume e hábito.
Karl Marx: Foi uma inevitabilidade histórica.
Jean-Paul Sartre: A galinha define sua existência pela livre escolha de cruzar a estrada.
Karl Popper: Para falsificar a hipótese que galinhas não cruzam estradas.
Sigmund Freud: A preocupação com o fato de a galinha ter cruzado ou não a estrada é um sintoma de insegurança sexual.
Albert Einstein: Se a galinha cruzou a estrada ou a estrada se moveu sob a galinha, depende do observador.
Werner Heisenberg: Talvez a galinha tenha atravessado a estrada, talvez não.
Douglas Adams: Quarenta e dois.
Pierre de Fermat: O espaço que eu tenho aqui não dá para escrever a explicação.
Marcel Marceau: …
Che Guevara: Hay que cruzar la carretera, pero sin jamás perder la ternura.
Hamlet: Esta não é a questão.
Podemos agora arriscar algumas respostas evolucionárias, com links para colunas passadas:
Fundamentalista darwiniano: Ao longo do tempo, as galinhas foram geneticamente selecionadas para cruzar estradas.
Stephen Jay Gould: Por contingência.
Motoo Kimura: Neutramente, por variação estocástica – a galinha estava à deriva!
O que isso tem haver com o meio ambiente?
setembro 19, 2008
Mas o que isso tem a ver com meio ambiente?
Colunista mostra o que o LHC, a crise econômica americana e o aquecimento global têm em comum
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Cena 2: O governo americano – ou seja, o contribuinte americano – injeta centenas de bilhões de dólares no seu sistema financeiro para salvar bancos que apostaram alto com dinheiro alheio em operações duvidosas, provocando um efeito cascata mundial e expondo a ineficiência das agências reguladoras.
Mas… um momento. Esta não é uma coluna de física nem de economia, é de meio ambiente! O que essas cenas têm a ver com o assunto? Cadê as tartarugas, botos e outros representantes da chamada “fauna carismática”?
Vamos à cena 1: como reagimos aos temores ali expressos? Com um sorriso condescendente, lembrando de todas as seitas apocalípticas à espreita dos menores sinais de nosso fim, inevitável, embora sempre adiado. Mas talvez também com uma ponta de temor: não sou físico, o perigo parece improvável, mas… Já brincamos com fogo antes: e se os paranóicos estivessem certos?
Lembremos agora de como reagimos coletivamente aos primeiros avisos de que a Terra estava se aquecendo… Com descrença. Primeiro duvidou-se que o aquecimento fosse real, depois de que ele fosse imputável às atividades humanas. Agora se discute quanto vai custar fazer algo, qual seria o prejuízo de não fazer nada e quem vai pagar a conta em qualquer dos casos. Uma notável evolução, e em menos de duas décadas.
Previsões otimistas
Mas será que vai mesmo dar tempo de fazer alguma coisa? Já não teremos lançado buracos-negros bomba-relógio na biosfera em quantidade suficiente para ameaçar nossa própria sobrevivência? O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou no inicio de setembro um novo estudo sobre as mudanças climáticas na Amazônia, em que prevê um aquecimento de até 7 graus até 2100. As primeiras previsões, na verdade, eram então demasiado otimistas…
E não estamos falando apenas de micos, bagres e posseiros semi-analfabetos. A produção de alimentos e energia no Sudeste do Brasil e, por extensão, no Mercosul, depende… da chuva. E a chuva no Sudeste depende do balanço hídrico da Amazônia. Simples assim. Os “ambientalistas radicais”, os “ecochatos” estavam certos: previram que a chapa ia esquentar, só erraram na estimativa do quanto. E toda semana pipocam novas evidências de que o bicho é mais feio do que parece.
Uma das últimas é o derretimento da calota do Pólo Norte, a ponto de abrir duas passagens navegáveis entre o Atlântico e o Pacifico – já disputadas por Canadá e EUA –, materializando ironicamente a sonhada passagem Norte, na busca da qual tantos exploradores pereceram inutilmente nos séculos 18 e 19.
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A implacável lógica do mercado
E assim chegamos à cena 2. Quem decide, quem lucra, quem perde? E o que isso tem a ver com meio ambiente? Tudo. Quem vai decidir se o Brasil em dez anos será um grande canavial, um grande campo de soja ou um mosaico de culturas, cultivos e paisagens não é você, nem mesmo nosso presidente. É o Sr. Mercado e suas empresas: anônimas, multinacionais, mais fortes que os governos e regidas pela lógica implacável do crescimento do lucro a curto prazo.
O horizonte da empresa é a próxima reunião de acionistas. Seus diretores são até muito simpáticos, mas, embora saibam que promovem um estilo de vida insustentável, não querem ser as primeiras vitimas da próxima reestruturação. Assim, as empresas seguem seu caminho, abocanhando mercados e oportunidades antes que outras o façam, tentando lucrar com o veneno e com o antídoto, enquanto ainda for possível fabricar os dois. Depois… bem, o depois é tema para a próxima diretoria!
Mas e os governos e suas agências reguladoras? Eles não chegarão para nos salvar, no último momento, como a cavalaria nos filmes de bangue-bangue? Não. Não se seus postos-chave forem ocupados por ex ou futuros empregados das empresas em questão, no que se convencionou chamar de padrão das “portas giratórias”.
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Transgênica ou não, a agricultura hoje se faz cada vez mais sem agricultores. Investidores compram a terra que nunca pisaram, uma empresa cuida do plantio, outra se encarrega da fumigação aérea com herbicidas e pesticidas, uma terceira da colheita e assim por diante.
Impactos como erosão, redução da biodiversidade, efeitos tóxicos sobre os humanos e a biota, inchaço das cidades por êxodo rural e prejuízos caso a aventura comercial der errado não entram nas planilhas e contratos. São as chamadas externalidades, primas dos danos colaterais das guerras modernas. Quando os estudos acadêmicos, caros, longos e complexos, provarem finalmente que não valia a pena, as empresas estarão na terceira fusão, os políticos no enésimo mandato, e um longo processo judicial apenas começando. Nada contra a agricultura: foi só um exemplo.
Vai dar tempo?
Ficção cientifica? Quem dera. Assista a dois vídeos notáveis, The story of stuff e The corporation, ambos disponíveis na internet. O primeiro analisa de forma clara o ciclo infernal de produção, consumo e descarte do qual parecemos prisioneiros. O segundo investiga, com eloqüentes exemplos, a personalidade das empresas, “pessoas jurídicas”, concluindo que estas atendem os requisitos da Organização Mundial da Saúde (OMS) para classificação de pessoas físicas como psicóticas… Mesmo que seus funcionários sejam, individualmente, ótimos vizinhos.
Tentarei ser mais otimista nas próximas colunas e falar de borboletas, baleias e micos-leões-dourados. Como os arautos do apocalipse, também estou à espera dos menores sinais… mas dos sinais de que o bicho não seja tão feio quanto se pinta. Afinal, também quero conhecer a neve, e odiaria imaginar que meus netos talvez não cheguem a conhecê-la e ainda tenham que disputar ar, água e comida a tapa.
A cavalaria chegará a tempo? Ou os otimistas estão mal intencionados, ou mal informados? Talvez a redação desta conclusão dependa… de você. Se tudo se resume a uma questão de oferta e demanda, então vale a pena perguntar: você precisa mesmo trocar de carro, de calça ou de monitor? Você tem idéia de onde vem a sua comida? Ou de como foi produzido o carvão do seu churrasco, o chip do seu celular e aquele objeto irado que você acabou de comprar a R$ 1,99 numa promoção imperdível? O que pensa seu(sua) vereador(a) sobre tudo isso? Quem banca a campanha dele(a)?
E, de novo, o que isso tem a ver com meio ambiente? Tudo.
Ciência falada
setembro 19, 2008
Ciência falada
Programas de rádio e podcasts ajudam a diminuir distância entre os pesquisadores e a sociedade
A divulgação científica falada tem ganhado fôlego no Brasil. A criação recente de programas de rádio sobre ciência resgatou a missão inicial desse meio no país – levar à população o conhecimento gerado pelos pesquisadores brasileiros. A essas iniciativas, vêm se juntar podcasts sobre ciência – arquivos de áudio distribuídos pela internet em que jornalistas e cientistas discutem as novidades da pesquisa.
Em reportagem de janeiro de 2006 sobre podcasts de ciência, a CH On-line chamava a atenção para a escassez desses programas em português. Mas o panorama começa a mudar. O próprio Instituto Ciência Hoje lançou seu podcast em abril deste ano – o Estúdio CH. A ele vem se juntar agora o Toque da Ciência, recém-lançado pelo Laboratório de Estudo de Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã (Lecotec) da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
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Comandado por professores de jornalismo e realizado pelos próprios estudantes da universidade, o programa põe no ar podcasts diários com depoimentos de diferentes cientistas a respeito de seus temas de pesquisa. Os depoimentos têm no máximo um minuto e meio e podem ser baixados ou ouvidos diretamente da página do programa, que possui mecanismo de busca e cadastro.
De acordo com o coordenador do projeto, o professor Juliano Maurício de Carvalho, o material está à disposição das rádios interessadas em divulgar o conhecimento científico. Segundo ele, emissoras de todo país já estão solicitando os podcasts. “Em breve lançaremos o Toque da Ciência em vídeo, com depoimentos um pouco mais longos. Além disso, queremos promover um bate-papo com os ouvintes e pesquisadores, deixando o programa mais interativo,” conta o professor.
Resgate de iniciativa pioneira
Outra iniciativa que também está na internet e pode ser ouvida no rádio é o projeto Electron, um quadro sobre ciência veiculado todas as quintas-feiras pela rádio MEC AM do Rio de Janeiro (freqüência 800 KHz), no programa Estação Cultura, às 12h30. A coordenação e apresentação são da jornalista Luisa Massarani, que dirige o Núcleo de Estudos de Divulgação Científica do Museu da Vida, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Massarani trabalha há 20 anos com divulgação científica na imprensa escrita e eletrônica e estreou nas ondas do rádio com esse projeto, que está no ar desde maio. “A característica mais interessante do rádio é o alcance a um público amplo e que nem sempre tem acesso à divulgação científica”, avalia Massarani. O programa pode ser ouvido on-line ao vivo na página da Rádio MEC. As edições anteriores podem ser ouvidas na página do Museu da Vida.
O quadro Electron foi criado em homenagem a Edgard Roquette-Pinto, o fundador da primeira rádio do Brasil – a Rádio Sociedade, precursora da atual Rádio MEC. Com a iniciativa, Massarani resgata a missão original dessa emissora, que tinha entre seus principais objetivos a divulgação dos conhecimentos científicos. A homenagem começa já no nome do programa – Electron era também o título da publicação quinzenal que veiculava a programação da Rádio Sociedade nos anos 1920.
A divulgadora afirma que a variedade de ouvintes faz com que Electron tenha um perfil informal. Já foram debatidos no programa temas como células-tronco, dinossauros, índios e animais marinhos. E o objetivo é sempre relacioná-los com a cultura brasileira, com música popular e a literatura de cordel. “Procuramos um cientista para falar sobre os temas e intercalamos a fala com músicas e poemas ou sons de animais, dependendo do assunto. Para setembro, já temos gravados os programas sobre o cérebro e sobre o médico e cientista brasileiro Carlos Chagas”, adianta a jornalista.
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Rádio e divulgação para crianças
Luisa Massarani está também coordenando um projeto que conta com a participação de crianças com 9 a 10 anos de duas escolas, uma pública e outra particular. “Queremos que as crianças criem um próprio programa, sendo estimuladas para a criação científica e radiofônica,” explica a jornalista. “Hoje, graças aos programas simples de software livre, todos podem ter acesso a esse tipo de produção e montar um programa na própria casa”, completa.
O interesse em divulgação científica para crianças fez com que, em setembro do ano passado, Massarani coordenasse o evento “Ciência & Criança”, na 4º Semana de Ciência e Tecnologia da Fiocruz. Após promover palestras, seminários e diversas atividades e brincadeiras para o público mirim, a jornalista organizou a publicação Ciência e criança: a divulgação científica para o público infanto-juvenil.
Além de ser um balanço do evento, o livro reúne artigos de diversos especialistas brasileiros e estrangeiros a respeito da divulgação científica para as crianças. A publicação pode ser consultada e baixada em formato PDF a partir do endereço a seguir: http://www.museudavida.fiocruz.br/publique/media/ciencia_e_crianca.pdf .
Urnas biométricas
setembro 19, 2008
Urnas biométricas
Sistema que reconhece impressão digital de eleitor será testado em 3 municípios nas eleições de 2008
A tecnologia vai diminuir a chance de fraude nas eleições deste ano nos municípios de Colorado do Oeste (RO), São João Batista (SC) e Fátima do Sul (MS). Essas cidades vão sediar o teste que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fará das urnas biométricas, providas com um sistema de identificação de impressão digital que permite confirmar a identidade do eleitor. Se o teste for bem sucedido, a idéia é estender essa tecnologia de análise biométrica, nos próximos cinco a 10 anos, para todo o país, criando o maior banco de dados biométricos do mundo.
O projeto começou em 3 de março último com o início do cadastramento dos quase 45 mil eleitores dos três municípios. Eles tiveram seu retrato, dados pessoais e as digitais das duas mãos registradas em um banco de dados. “Escolhemos essas cidades porque elas se encaixavam nos requisitos: têm aproximadamente 15 mil eleitores; passaram por um processo de revisão de seu eleitorado; abrigam zonas eleitorais e estão próximas à capital de seu estado”, conta o secretário de tecnologia da informação do TSE, Giuseppe Dutra Janino.
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Com os seus dados cadastrados, o eleitor, no momento da votação, posiciona o dedo no leitor biométrico, um aparelho que já vem instalado de fábrica na urna. O aparelho analisa a impressão digital, comparando as características desta com as da imagem no banco de dados da urna, e apresenta na tela do microterminal o nome do eleitor, confirmando se ele de fato é quem diz ser.
Havendo a coincidência dos detalhes, a urna é liberada automaticamente para votar, sem que o mesário precise intervir. Além disso, o mesário da seção terá uma lista impressa com os dados do eleitor, inclusive a sua foto.
“Há 17 características dessa região do dedo que podem ser usadas para a identificação. Com seis delas, já é possível haver reconhecimento; por isso, burlar esse sistema é muito difícil”, revela o engenheiro eletrônico Almir Meira Alves, professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap) e especialista nesse tipo de tecnologia. Ele ressalta que a presença da foto também ajuda na segurança.
98% de sucesso
As urnas já foram testadas em simulados nas três cidades. Segundo Janino, o índice de sucesso foi de 98%. A falha dos 2% restantes – chamados de falso negativo, pois apesar de ser realmente a pessoa que está votando, o sistema não a reconhece como tal – é atribuída a dificuldades em reconhecer a digital da pessoa. “Isso é comum quando um indivíduo costuma manusear produtos químicos”, revela o secretário, mas ele garante que nesses casos não haverá problema para o eleitor. “Se não houver o reconhecimento, basta que a pessoa apresente o documento de identificação ao mesário, como faria normalmente, registrando-se em ata essa ocorrência para tomar medidas futuras.”
Além de aumentar a confiabilidade nos resultados das eleições, reduzindo ainda mais a intervenção humana no processo, as urnas biométricas também podem levar ao desaparecimento do título de eleitor. “Uma vez que todos os eleitores estejam cadastrados, não haveria necessidade de documentos”, pondera Janino. Ele calcula um período de cinco a 10 anos para que os 130 milhões de brasileiros que votam estejam no cadastro.
“Começaremos a mobilização para isso no ano que vem, o que envolve, entre outras coisas, um projeto de lei”, explica o secretário, que acrescenta que o TSE deve procurar uma colaboração com o Ministério da Justiça. “A idéia é compartilhar recursos, como o banco de dados que será criado para o futuro Registro de Identidade Civil único”, conclui Janino.
… é segredo!
setembro 18, 2008

Sabem o que significa a imagem a cima?
É, é a morte do Sol!
Em breve maiores informações…
O rap do LHC
setembro 18, 2008
O rap que realmente destacou a cara do LHC. Divirtam-se!
Clique AQUI para assistir o vídeo.

Leia mais: Largue Hadron Collider (LHC)







